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Mensagem de Ester para nosso comportamento

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Grego: χαρις [charis] (Substantivo feminino). Graça, favor, generosidade.

Assim como os livros de Daniel e José, a história do livro de Ester é sobre um judeu que foi salvo de uma conspiração de morte e chegou a um alto cargo num governo pagão. Porém o relato no livro de Ester parece ser totalmente secular, uma vez que há a ausência de menção a Deus, ao templo ou à lei. Mesmo sendo uma apresentação no plano puramente humano, o tema principal é o poder soberano de Deus de trabalhar inclusive por meio de pagãos, a fim de proteger o seu povo, ainda que pareça que Ele está totalmente ausente.

Muitas vezes pensamos que precisamos estar falando o nome de Jesus, de Deus ou da Igreja para que estejamos  sendo testemunhas vivas do poder de Deus. Dificilmente as pessoas do seu convívio não sabem da sua fé, não é mesmo? Inclusive algumas fazem questão de jogar na sua cara que você "não bebe porque é crente", "não mente porque é crente", "não fala palavrão porque é crente", e por aí vai... 

Reparem que Ester só teve sua fé revelada quando ela mesma contou ao rei, porém suas atitudes já eram admiradas e ela já era respeitada, de forma que tal revelação não alterou a consideração do seu marido. Além disso, aqueles que perseguiam seu povo, sabiam porque o faziam, e quando foram humilhados, também sabiam que era a fé dos judeus que os protegia.

Além disso, a atitude de fé do povo judeu, de jejuar e orar por 3 dias, foi complementada pela atitude de coragem e inteligência da rainha, ao oferecer banquetes ao rei, para só depois conversar com ele.

Não houve desespero; na verdade, Ester teve domínio próprio, não deixou a ansiedade e o medo tomarem conta; mas fez um plano, apresentou-o a Deus, orou e jejuou pelo seu sucesso e então entrou em ação. No final o povo venceu.

E essa história, sem tocar no nome de Deus, serve de testemunho até os dias de hoje.

E a sua vida? Vai deixar marca na história de alguém? Vai servir de exemplo a ser contado? Não permita que a sua consciência seja aliviada pelo fato de você estar falando e falando de Deus. Isso qualquer um faz, um gravador pode fazer, um outdoor pode fazer. Mas agir de maneira a influenciar pessoas e salvar vidas, isso só filhos de Deus podem fazer.

Um último detalhe: essa postagem é sobre comportamento cristão, não sobre evangelismo. Seu comportamento na sua família, no seu trabalho, etc, vão fazer com que as pessoas ao seu redor sintam atração ou rejeição pela sua fé, pelo seu Deus. Evangelizar ou pregar o evangelho, é outra coisa. Que pode vir a ser uma consequência das suas atitudes, em uma oportunidade que surgir. É claro que nada impede que a pessoa seja evangelizada pelas suas atitudes; porém no seu ambiente de convivência você pode se tornar insuportável se resolver ficar pregando o evangelho para quem não está interessado. Dê uma olhada aqui e veja algumas passagens bíblicas com o termo evangelizar.

Saindo do casulo

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Lendo os blogs amigos, percebi que tenho sérias dificuldades em me abrir aqui. Não sei se é porque a maioria que lê me conhece, se é por vergonha ou qualquer outra coisa. Estava lendo o blog da D. Cristiane e ela conta como era no começo do casamento, das bobeiras que fez e como corrigiu, aff... que difícil!!

De qualquer forma, vou tentar contar mais de mim, ser mais pessoal, levar a fé pro lado pessoal mesmo. Já fiz tanta burrice, alguma coisa aprendi, não é??

Espero que sim! kkkkkk


Bom vou começar contando sobre o meu temperamento. Sou descendente de italianos, daqueles tipo "calabrês" de "sangue quente". Emotiva até o último fio de cabelo, uma verdadeira manteiga derretida. Brigar sempre foi fácil pra mim, e fazer as pazes também. Bem do tipo que briga, quebra prato e depois se abraçam e choram... Então cheguei a uma situação em que não podia brigar, porque percebi que não seria fácil fazer as pazes, já não era mais uma bobeira e se tratava do meu pai. Ele sempre foi um grude, mesmo depois que separou da minha mãe. Só fui ter mais 'paz' quando meu sobrinho nasceu e passou a ser o grude-mor da família. É difícil lidar com família que não é da fé, eles simplesmente não entendem nossas atitudes, pai então, é pior, porque fica querendo se meter. Foi difícil. Foi um verdadeiro exercício de domínio próprio pra não "quebrar o pau" no meio da rua, mesmo. Só sei que ensaiei, ensaiei, ensaiei, ensaiei... sabia o discurso decor e salteado. Palavras escolhidas a dedo para que nada pudesse ser usado contra mim, para não faltar com o respeito, apenas deixar claro que o amo, não quero brigar, mas que a vida é minha e faço o que eu quiser, afinal não é ele quem me sustenta, nem lava minhas roupas. E se ele insistisse em se meter a coisa poderia ficar feia. E daí a culpa seria dele.

Ele ficou desacorçoado. Deu dó, sério. Sumiu por um tempão. Era como se estivéssemos brigados, mas eu sabia que não estava. Aos poucos fomos nos reaproximando, e percebi que ele tenta me entender, apesar de ainda não conseguir. 

É claro que também senti a dor da separação, mas não dá para ser a filhinha do papai para sempre.

Percebi também que não dá para viver grudado na família, que é pior, que se você dá chance, eles se metem mesmo!!  Daí um fica falando mal do outro, quem garante que não estão falando de você? Se escondem atrás da desculpa de que "é família" e acham que podem tudo.

Disso tirei a importância do domínio das emoções. Foi bom para mim, porque não me arrependi de nada, principalmente porque não fiz nada que não deveria. Mas veja o sofrimento por que passa quem não consegue se controlar, no caso dos pais, por exemplo, que não conseguem deixar de se meter na vida dos filhos. Vivem preocupados, frustrados e podem até tornar a vida dos filhos um inferno. E depois dizem que querem que eles sejam felizes.

Se você passa por algo assim, aja com a cabeça e não com o coração. Deixe claro seus limites, senão além do seu relacionamento ficar desgastado, é bem provável que acabem perdendo o respeito um pelo outro, e daí como você vai ser um exemplo a ser seguido??

Frutos bons

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Constantemente recebemos perguntas sobre como ser uma pessoa de Deus, como ser batizado com o Espírito Santo, como fazer a vontade de Deus, e outras parecidas, enfim; com certeza são pessoas buscando se aperfeiçoarem, querendo ser um bom testemunho. E acredito que todos que são de Deus devem mesmo estar sempre buscando melhorar, principalmente porque sabemos que ninguém é perfeito, então sempre haverá algo que podemos fazer para sermos melhores pessoas, filhos, filhas, mães, pais, esposas, maridos, profissionais, obreiros e obreiras, evangelistas, etc. Eu gosto de estar sempre lembrando e relendo o versículo que fala dos frutos do Espírito Santo, porque essas qualidades não surgem em nós como mágica, mas com o Espírito Santo temos a habilidade de transformar nossos defeitos em qualidades. Então hoje, para começar, vamos dar uma passadela em todos os frutos, conforme define o dicionário. Em outras oportunidades vamos falar mais especificamente de cada um. 

"Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade,mansidão, domínio próprio". Gálatas 5: 22

longanimidade
1. Carácter da pessoa que suporta as adversidades e que prossegue no seu empenho, apesar dos obstáculos.
2. Bondade que faz desprezar as ofensas.

bondade
1. Disposição natural que nos leva a fazer bem e nunca mal.
2. Qualidade do que é bom.
3. Boa índole.
4. Brandura, benevolência.

mansidão
1. Qualidade de manso.
2. Brandura de génio.
3. Quietação.
4. Lentidão, vagar (no atuar!).

domínio próprio
1. Hábito de moderar os apetites sensuais, os desejos, as paixões.
2. Sobriedade no comer e no beber.
3. Comedimento, moderação.
4. Economia; parcimónia; modéstia.

amor
1. Sentimento que induz a obter ou a conservar a pessoa ou a coisa pela qual se sente afeição ouatracção!.
2. Paixão atractiva! entre duas pessoas.
3. Afeição forte por outra pessoa.

alegria
1. Manifestação de contentamento e júbilo.
2. O que causa essa manifestação.

paz
1. Quietação de ânimo.
2. Sossego, tranquilidade.
3. Ausência de guerra, de dissensões.
4. Boa harmonia.
5. Concórdia, reconciliação.
6. Paciência.

fidelidade
1. Atributo ou a qualidade de quem ou do que é fiel.
2. Para significar quem ou o que conserva, mantém ou preserva suas características originais.
3. Quem ou o que mantém-se fiel à referência.
4. Característica de quem é fiel.

benignidade
1. Qualidade de quem é benigno.
2. Que causa o bem.
3. Qualidade de ser bom.
Fonte: Dicionário Priberam da Língua Portuguesa

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